Questão
59
- parágrafos 3 A 8
Nos
estudos passados vimos as questões 56, 57 e 58, adentrando á 59. Através
delas, pudemos compreender um pouco sobre a forma física de outros
planetas, algumas particularidades no tocante às suas fontes de luz e
também sobre as peculiaridades que possuímos em nosso planeta e que
poderiam, perfeitamente, se ajustarem a mundos mais avançados e de forma
mais usual, como vimos, por exemplo, acerca do fenômeno da natureza
denominado Aurora Boreal.
Ao
adentrarmos à questão 59, começamos a ver um pouco sobre as CONSIDERAÇÕES
E CONCORDÂNCIAS BÍBLICAS REFERENTES À CRIAÇÃO. A forma como os diferentes
povos encaram a criação e a maneira como as comprovações científicas tem
se imiscuído nestas crenças. Encerramos falando sobre as diversidades de
traduções e a maneira como elas podem interferir ou não no aprendizado da
Doutrina Espírita.
No
tocante a este ponto, trouxe um artigo interessante que fala um pouco do
porquê serem necessárias tantas traduções da Bíblia e aonde as descobertas
da Ciência ajudam na interpretação ou tradução do que ali se encontra:
http://www.vidaacademica.net/v1/content.asp?id_conteudo=96
Para
hoje, prosseguiremos a partir do parágrafo 3, que nos diz o seguinte:
"- A
questão do primeiro homem, na pessoa de Adão, como único tronco da
Humanidade, não é a única sobre a qual as crenças religiosas têm de
modificar-se. O movimento da Terra parecia, em determinada época, tão
contrário aos textos sagrados, que não há formas de perseguição a que essa
teoria não tenha dado pretexto. Não obstante, a Terra gira, malgrado os
anátemas, e ninguém hoje em dia poderia contestá-lo, sem ofender a sua
própria razão."
Adão,
como já vimos em outro encontro, trata-se de um sentido figurado que foi
dado aos diversos ‘primeiros-homens’ que proliferaram na Terra e em
diversas partes ao mesmo tempo, conforme vimos na questão 44.
As
sementes de seus corpos estavam espalhadas e armazenadas em diversos
pontos, aguardando o momento oportuno de eclodirem e reproduzirem-se entre
sim. Mutações e modificações foram sendo feitas, adaptando-as ao Planeta e
ás regiões aonde despertaram. O próprio espírito se adaptou ao mundo em
que estava, sendo secundado pela espiritualidade amiga responsável por
estas adaptações.
No
tocante ao movimento da Terra, já vimos por diversas vezes, as cassações e
absurdos que foram realizados aos que ousaram apresentar suas teorias,
algumas das quais, com grande cunho verídico. Fogueiras foram acionadas,
inclusive querendo preservar interesses próprios em detrimento do avanço
da humanidade. Prosseguindo, temos que:
A Bíblia
diz igualmente que o mundo foi criado em seis dias, e fixa a época da
Criação cerca de quatro mil anos antes da Era Cristã. Antes disso, a Terra
não existia; ela foi tirada do nada. O texto é formal. E eis que a ciência
positiva, a Ciência inexorável, vem provar o contrário. A formação do
globo está gravada em caracteres indeléveis do mundo fóssil, e está
provado que os seis dias da Criação representam outros tantos períodos,
cada um deles, talvez, de muitas centenas de milhares de anos.
Esta é a
parte da Doutrina Espírita que muito me atrai, embora em diversos momentos
eu não tenha compreensão suficiente para entender a tudo o que ela se
refere. Mas vejam só: em alegoria, podemos dizer que Deus acordou
inspirado, sacou de uma esfera e em incessante e árduo trabalho, criou o
Planeta ou mundo. Depois, cansado de sua inspiração magnífica, descansou,
deixando ao homem que cuidasse de tudo.
Já nesta
época o homem mostrou-se um mal administrador e, mesmo sem conhecer o que
seria a morte ou a dor, foi ameaçado por elas. Ainda assim, não
satisfeito, sucumbiu e pôs a perder todas as criações divinas, fazendo com
que Deus modificasse todo os seus planos com relação às criaturas que
acabara de criar. Quantos atributos mundanos para Deus, não?
No
entanto, o que a Ciência nos mostra, através de pesquisas infindáveis, é
que aonde se lê dias se podem ler eras. E muitas outras objeções foram
sendo apresentadas pelos estudiosos. É aquele ponto em que Herculano Pires
se referiu em seu livro a Agonia das Religiões, mostrando-nos a mudança
comportamental que se instaurou na mudança do século e trazendo a saindo
os sistemas místicos e dogmáticos, para entrar os pesquisáveis e
comprováveis hauridos através dos estudos científicos.
Inclusive, conforme podemos constatar Na Gênese, capítulo XII, a pressão
exercida pelos ditos mal compreendidos constantes da Bíblia era tamanha,
que muitos cientistas em querendo comprovar e expor determinados fatos,
tentavam adequar-se aos seis dias como se fossem seis eras, por exemplo,
mas nada que com o estudo desvinculado de qualquer pressão ou necessidade
de que estivesse andando em paralelo com os ensinamentos Bíblicos, não
trouxesse á baila como sendo totalmente diferente e alegórico, donde já se
puderam perceber mais de 25 formações ou eras e perfeitamente
caracterizadas. Vejam, inclusive a próxima colocação feita pela
espiritualidade:
E não se
trata de um sistema, uma doutrina, uma opinião isolada, mas de um fato tão
constante como o movimento da Terra, e que a Teologia não pôde deixar de
admitir, prova evidente do erro em que se pode cair, quando se tomam ao pé
da letra as expressões de uma linguagem freqüentemente figurada. (1)
Devemos concluir, então, que a Bíblia é um erro? Não; mas que os homens se
enganaram na sua interpretação (2).
(1) As
recentes declarações do papa Pio XII, admitindo os cálculos da Ciência
para a formação da Terra, confirmam o acerto de Kardec nesta nota. (Nota
do tradutor).
(2) Advertência aos que condenam a Bíblia sem levar em
conta os fatores históricos e a linguagem figurada do texto.
Procurei
por esta informação de Herculano Pires, que é o tradutor de meu livro dos
Espíritos, mas me deparei com tanta coisa acerca do Papa XII, que foi meio
complicado ‘garimpar’ essa passagem. Aliás, falando em procura e em tentar
compreender, outro dia estava em uma comunidade do orkut, que fala de
Ciência x Religião ou algo assim. E é assombroso ver como as pessoas se
pronunciam ou manifestam em relação a alguma coisa, sem o devido respeito,
sem a devida análise e sem até, o devido conhecimento.
Estavam
abordando Células tronco e, em muitos momentos, discutiam e se xingavam
entre sim, chamando-se de burros, imbecis e daí por diante, como se o fato
de acharem isso do companheiro os colocasse em elevada posição. No
entanto, quando se prestava atenção aos fundamentos daquilo que estavam
tentando passar com uma linguagem rebuscada, podia-se notar o tal do vazio
interior ou contido na idéia que externavam.
O mesmo
ocorre quando simplesmente dizemos que a Bíblia é um conjunto de ilusões.
Estamos errando e de forma muito infeliz, apenas alardeando coisas que nem
temos o real conhecimento. Interessante vermos isso partindo dos
espíritas, o que demonstra que não leram sequer as obras básicas da
Codificação, para afirmarem isso.
Tivessem
lido, teriam se deparado com esta frase de kardec contida em A Gênese no
capítulo IV: "De todas as antigas gêneses, a que mais se aproxima dos
dados científicos modernos, apesar dos seus erros, hoje evidentemente
demonstrados, é incontestavelmente a de Moisés". E aonde está esta Gênese?
Na Bíblia!!
Ocorre,
creio eu, uma pressão muito grande advinda dos companheiros de outras
seitas e religiões, que nos dizem coisas como a que não seguimos a Bíblia,
que nos colocam em xeque em relação ao Cristo e cosias do tipo. No
entanto, nada que o estudo e a serenidade não possam dirimir.
Temos
inclusive, uma excelente obra escrita por Herculano Pires intitulada Visão
Espírita da Bíblia e que nos proporciona excelentes referenciais a cerca
do assunto. Nela, Herculano tece comentários e demonstra comparativos
entre passagens Bíblicas e colocações dos livros da Codificação, que nos
fazem perceber como o espiritismo caminha em paralelo a ela, dando-lhe sim
as devidas interpretações e os devidos entendimentos.
Quanto
aos enganos nas interpretações, eis aquilo que falávamos no encontro
anterior. Afora as diferenças de tradução, existem também as diferenças de
interpretação e de interesses e, como bem frisou o Márcio, um crime no que
diz respeito a estas obras. Prosseguindo:
A
Ciência escavando os arquivos da Terra, descobriu a ordem em que os
diferentes seres vivos apareceram na sua superfície e essa ordem concorda
com a indicada no Gênesis, com a diferença de que essa obra, em vez de ter
saído miraculosamente das mãos de Deus, em apenas algumas horas,
realizou-se sempre pela sua vontade, mas segundo as leis das forças
naturais, em alguns milhões de anos.
Em
muitos momentos, dentro do Gênesis, encontramos passagens como a de que
Deus disse: crescei e multiplicai-vos e, de forma instantânea, cresceram e
se multiplicaram. Estas passagens, interpretadas sob aquele prisma de um
dia apenas para que tudo se concretizasse, dá-nos a impressão de que Deus
é mágico e, ao mesmo tempo, sujeito às nossas intempéries emotivas, como
já vimos anteriormente.
No
tocante à referida obra, pode-se observar que ela não foi trazida
diretamente por Ele burlando suas próprias leis (mais uma vez a falta de
justiça e igualdade, privilegiando a si mesmo em detrimento de suas
criaturas, algo inadmissível em se tratando de nosso Criador). Enfim,
detalhes que podemos e devemos nos ater, para não negarmos simplesmente
uma obra. Sempre lembrando que, para o momento em que ela nos foi era
trazida, era necessário que assim se procedesse.
Nos
filmes que retratam essa passagem, vemos sempre as orgias e festas que o
povo confinado no deserto começou a promover, ante a impaciência em
esperar o retorno de Moisés com os dez mandamentos e o direcionamento que
o povo deveria ter daquele ponto em diante. Prosseguindo temos que:
Deus
seria, por isso, menor e menos poderoso? Sua obra se tornaria menos
sublime, por não ter o prestígio da instantaneidade? Evidentemente, não. É
preciso fazer da Divindade uma idéia bem mesquinha, para não reconhecer a
sua onipotência nas leis eternas que ela estabeleceu para reger os mundos.
A Ciência, longe de diminuir a obra divina, no-la mostra sob um aspecto
mais grandioso e mais conforme com as noções de ter ela se realizado sem
derrogar as leis da Natureza.
Esta
grandiosidade que é ressaltada, reside justamente no fato de que ao
percebermos os detalhes da criação, perceberemos como cada criatura
exerceu particular e importante papel nesta mesma criação, e estaremos sim
dando o devido crédito e reconhecimento a Deus, pois além de nos criar,
ainda nos deu a oportunidade de que buscássemos o aprimoramento, o
trabalho, a dedicação e o amor dentro daquilo que estava sendo co-criado.
Oportunidade maior ainda quando nos proporcionou Leis sábias, quando nos
permitiu um guia como Moisés, quando permitiu a chegada do Mestre Jesus
entre nós e quando se confirmou a promessa do Mestre, acerca do Consolador
prometido, que se fez presente através da Codificação Espírita. Ou seja,
por mais que se alegue uma brecha imensa entre Ciência e Religião, o que
temos visto é a primeira abraçar a segunda, apenas esclarecendo fatos e
renomeando situações ou coisas, mas dando o seu respaldo único enquanto
Ciência.
A
Ciência, de acordo neste ponto com Moisés, coloca o homem por último na
ordem da criação dos seres vivos. Moisés, porém coloca o dilúvio universal
no ano de 165ª da formação do mundo, enquanto a Geologia nos mostra o
grande cataclismo como anterior à aparição do homem, tendo em vista que,
até agora, não se encontra nas camadas primitivas nenhum traço da sua
presença, nem da presença dos animais, que sob o ponto de vista físico,
são da sua mesma categoria.
Os dados
mais recentes acerca destas passagens, que consegui encontrar, foram
trazidos por geólogos americanos e por volta de
1998;
estes geólogos da
Universidade de
Columbia,
William Ryan e Walter Pittman, elaboraram a teoria de que o Dilúvio na
verdade seria um mito derivado de uma fantástica catástrofe natural,
ocorrida por volta do ano 5600 a.C., nas margens do atual
Mar Negro.
Segundo as proposições dos dois pesquisadores, o evento
regional teria provocado a migração de diversos grupos sobreviventes – o
que explicaria o caráter dito universal (que se encontra em várias
culturas) do Dilúvio.
Para os
geólogos, o evento foi provocado pelo degelo ocorrido ao final da última
glaciação.
Em suas pesquisas, analisaram as formações geológicas e imagens
submarinas, concluindo que uma grande quantidade de água marinha rompeu o
atual
estreito de Bósforo,
com a elevação paulatina e excessiva do
Mar Egeu
e dali para o
Mar de Mármara,
ocasionando a abrupta inundação do Mar Negro.(fonte wikipédia)
Bom, aos pansóficos de plantão, trouxe os seguintes links.
Um explica algo sobre a inundação e a correlação com o dilúvio, pela visão
Criacionista, ou seja, daqueles seguem a Bíblia. Eles defendem que a
descoberta de indícios habitacionais no fundo do Mar Negro se deva à
ocorrência de uma inundação desencadeada pela era Glacial.
http://www.scb.org.br/fc/Fc65_06.htm
Um outro ensaio interessante poderá ser encontrado neste
link fazendo analogias acerca de quando os arqueólogos encontraram em
Nínive da biblioteca do imperador assírio Assurbanípal
(668-627 a.C.) e corrida ao ‘ouro bíblico’ que se desencadeou por esta
circunstância.
http://www.klepsidra.net/klepsidra23/gilgamesh.htm
Por fim, trouxe um artigo interessante que fala acerca da
presença de dinossauros dentro da Arca de Noé e os erros crassos cometidos
pelos cientistas ao defini-los sempre como gigantescos:
http://www.luzparavida.net/dinossauros.html
Pansofianismos à parte a grande realidade na qual
precisamos nos deparar é a de que as próprias Ciências encarregadas de
assuntar o trem do dilúvio ainda não conseguiram nada de definitivo. Vão
sempre retrocedendo em datas, épocas e definições, mas que ele houve, lá
isso houve!! No próximo item, temos a seguinte colocação:
Mas nada
prova que isso seja impossível; várias descobertas já lançaram dúvidas a
respeito, podendo acontecer, portanto, que de um momento para outro se
adquira a certeza material da anterioridade da raça humana. E então se
reconhecerá que, nesse ponto, como em outros, o texto bíblico é figurado.
Eis
aquilo que procuramos com os achados. Não é desmentir essa ou aquela
crença, mas sim nos aproximarmos dos dados corretos acerca do surgimento
do homem. Aonde seremos levados por esta descoberta? Creio que talvez um
fragmento que, ao ser juntado a outros, nos trará aquela comprovação que
tanto queremos acerca da existência divina ou de tantas outras dúvidas que
rondam o pensar humano. Meu único medo é do que talvez não dê tempo....hehehe
A
questão está em saber se o cataclismo é o mesmo de Noé. Ora, a duração
necessária à formação das camadas fósseis não dá lugar a confusões, e no
momento em que se encontrarem os traços da existência do homem, anteriores
à grande catástrofe, ficará provado que Adão não foi o primeiro homem, ou
que a sua criação se perde na noite dos tempos. Contra a evidência não há
raciocínios possíveis, e será necessário aceitar o fato, como se aceitou o
do movimento da Terra e o dos seis períodos da Criação.
Justamente isso que trouxemos nesta noite: saber acerca do dilúvio e de
data correta, nos trará algo mais do que apenas a comprovação do erro ou
do acerto bíblico (até o momento, estamos percebendo que se trata mais de
um erro ou má interpretação) no tocante ao surgimento do homem na Terra.
Para saber mais sobre as várias versões que envolvem a Arca de Noé e seus
propósitos, existe um resumo muito interessante nestes endereços:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dil%C3%BAvio
http://pt.wikipedia.org/wiki/Arca_de_No%C3%A9
Sigamos
o raciocínio da espiritualidade:
A
existência do homem antes do dilúvio geológico é, não há dúvida, ainda
hipotética, mas eis como nos parece menos. Admitindo-se que o homem tenha
aparecido pela primeira vez na Terra há quatro mil anos antes de Cristo,
se 1650 anos mais tarde toda a raça humana foi destruída, com exceção
apenas de uma família, conclui-se que o povoamento da Terra data de Noé,
ou seja, de 2350 antes da nossa era.
Imagino que na cabeça de alguns de vocês esse trem todo de
datas deva estar fazendo uma certa confusão na cabeça. Na minha fez e
precisei usar de muito ‘equilíbrio’ para desembaraçar todas as datas, Noé,
Dilúvio, Moisés, Bíblia, Jesus, homosapiens e etc...Vamos ver só mais um
pouco de datas e alinhar todo esse trem, para que fique fácil em nossa
mente:
Ora,
quando os hebreus emigraram para o Egito, no décimo oitavo século,
encontraram esse país bastante povoado e já bem avançado em civilização. A
história prova que, nessa época, a Índia e outros países eram igualmente
florescentes, mesmo sem levarmos em conta a cronologia de certos povos,
que remonta a uma época mais recuada. Teria sido então necessário que do
vigésimo quarto ao décimo oitavo século, quer dizer, num espaço de
seiscentos anos, não somente a posteridade de um único homem tivesse
podido povoar todas as imensas regiões então conhecidas, supondo-se que as
outras não estivessem povoadas, mas também que, nesse curto intervalo, a
espécie humana tivesse podido elevar-se de ignorância absoluta do estado
primitivo ao mais alto grau de desenvolvimento intelectual, o que é
contrário a todas as leis antropológicas.
Só a título de curiosidade, gostaria de dizer-lhes que pela
Torá, Moisés decidiu ser pai quando tinha por volta de 500 anos e teve 3
filhos, que se salvaram na arca juntamente com suas esposas. Interessante,
não?
(http://www.morasha.com.br/edicoes/ed43/noe.asp
)
Vamos
lá...4.000 anos antes de Cristo, surgiu o homem. Lá pelos idos de 2350
anos antes da chegada do Cristo e da Era Cristã, ocorreu o dilúvio. Em
torno de 600 anos depois do dilúvio, quando o povo hebreu chega ao Egito,
encontra lá muita gente e muita evolução. Pelos achados e estudos, vemos
que nessa mesma época, na Índia e cercanias, já havia uma povoação
surpreendente além de culturalmente evoluída e avançada!! Cronologicamente
impossível. Geograficamente mal explicado.
Se na época de Noé, como é dito pela Torá, a criatura já
vivia mais de 500 anos e em plena atividade reprodutora, que terá ocorrido
para tempos depois, o homem viver apenas em torno de 60 ou 70 anos e já
ser considerado como velho? Ou seja, muita lenha para queimar nessa
fogueira do entendimento.
Exposição: Fiorell@!
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